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	<description>de Luís Lourenço e Raquel Silva</description>
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		<title>Playback</title>
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		<title>Até Breve&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 14:24:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Pedro Lourenco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Luís Lourenço]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[ATENÇÃO: Este post não faz parte da longa jornada que irei escrever para este desafio que é Playback. A Raquel Silva saiu deste projecto por motivos profissionais e pessoais, o que muito me faz pena. Quando puderes voltar, serás sempre bem vinda e terás sempre o teu lugar. Se não fosses tu não tinha largado [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=escrevendoplayback.wordpress.com&amp;blog=7182879&amp;post=8&amp;subd=escrevendoplayback&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ATENÇÃO: Este post não faz parte da longa jornada que irei escrever para este desafio que é Playback.</p>
<p>A Raquel Silva saiu deste projecto por motivos profissionais e pessoais, o que muito me faz pena. Quando puderes voltar, serás sempre bem vinda e terás sempre o teu lugar. Se não fosses tu não tinha largado tão depressa esta ideia maluca da minha cabeça, e ainda bem que pude contar contigo para delinear os traços gerais desta história surreal.<br />
Mas a vida tem de continuar, a partir de agora este desafio é cada vez mais pessoal. Vão concerteza notar que a qualidade dos textos vai diminuir (muito mesmo) e a frequência da publicação não será certa. É quando eu tiver tempo. Mas prometo-vos que brevemente vão poder ler o Capítulo 2.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/escrevendoplayback.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/escrevendoplayback.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/escrevendoplayback.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/escrevendoplayback.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/escrevendoplayback.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/escrevendoplayback.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/escrevendoplayback.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/escrevendoplayback.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/escrevendoplayback.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/escrevendoplayback.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/escrevendoplayback.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/escrevendoplayback.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/escrevendoplayback.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/escrevendoplayback.wordpress.com/8/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=escrevendoplayback.wordpress.com&amp;blog=7182879&amp;post=8&amp;subd=escrevendoplayback&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Luís Pedro Lourenco</media:title>
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		<title>Capítulo 1</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 13:44:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Pedro Lourenco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Luís Lourenço]]></category>
		<category><![CDATA[Playback]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Silva]]></category>

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		<description><![CDATA[O sol iluminava aquela bela manhã de Verão; as andorinhas sobrevoavam o rio Mondego e cantarolavam harmoniosamente, acompanhando o suave som da corrente. Hugo Mendes pedalava serenamente a sua bicicleta centenária, enferrujada e obstinada, tentando acertar a direcção há muito perdida. Pedalava mesmo junto ao rio, observando a paisagem à sua volta, à medida que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=escrevendoplayback.wordpress.com&amp;blog=7182879&amp;post=6&amp;subd=escrevendoplayback&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sol iluminava aquela bela manhã de Verão; as andorinhas sobrevoavam o rio Mondego e cantarolavam harmoniosamente, acompanhando o suave som da corrente. Hugo Mendes pedalava serenamente a sua bicicleta centenária, enferrujada e obstinada, tentando acertar a direcção há muito perdida. Pedalava mesmo junto ao rio, observando a paisagem à sua volta, à medida que ouvia <em>Playback</em>, de Carlos Paião, no seu iPod cinzento. De quando em vez, sentia o <em>phone</em>minúsculo a cair da sua orelha, e lá largava o guiador da bicicleta para o voltar a colocar no sítio, acertando a direcção pretendida. Faziam-lhe falta os óculos escuros que esquecera em casa, ali perto do centro de Coimbra, e agora atravessava o sol de Verão com os seus brilhantes olhos verdes a descoberto. Os seus cabelos escuros esvoaçavam com a brisa agradável que pairava no ar, e o rapaz de vinte e quatro anos que, de fato de treino e iPod, mais se assemelhava a um adolescente desleixado, agitava-se ao som de Paião e do seu divertido <em>Playback</em>.<br />
Hugo estava concentrado na música, trauteando o refrão, quando subitamente o auscultador lhe fugiu da orelha direita e teve de largar bruscamente o guiador da bicicleta, desequilibrando-se. Ainda tentou colocar o pé no chão, para se aguentar em pé, mas a bicicleta tombava de forma tal que lhe foi impossível voltar a equilibrar-se, deixando-se cair para o chão. O que Hugo não se apercebeu foi de que, para além da queda aparatosa que dava, e do joelho magoado que esta provocaria, o seu corpo estava a ser lançado para a beira do passeio público, para junto da margem do Mondego. Quando deu por isso estava já a cair para dentro de água, apenas ligado a terra pelas fortes mãos que o impediam de molhar as roupas acima dos joelhos. Tentou aguentar-se, com toda a força que tinha, mas as expressões de dor, no seu rosto, e de desolação pela percepção do iPod destruído e da voz de Paião a soluçar, mostravam que a tarefa não estava a ser facilmente cumprida.<br />
Enquanto tentava pôr-se em pé, começou a ouvir o som distante de saltos altos a baterem no chão, cada vez mais próximos, como se empurrassem o passeio com toda a sua força. Num abrir e fechar de olhos, tentando enfrentar o sol e observar a pessoa que caminhava na sua direcção, uma sombra cobriu o rosto de Hugo, uma mulher, que depressa lhe agarrou os braços e o ajudou a subir para o passeio, onde passava por acaso naquela bela manhã. Ignorando as pernas molhadas e a bicicleta caída no chão, Hugo sentou-se de modo a conseguir visualizar o rosto da mulher que o salvara de um banho certo, e que se baixara para ver se ele estava bem. Quando a viu, demorou ainda um tempo para a reconhecer, mas acabou por a identificar com facilidade. As feições do seu rosto, apesar de envelhecidas pelos doze anos desde a última vez que a vira, permaneciam inalteradas. Os seus olhos castanhos tinham a mesma doçura, a mesma juventude que recordava, e os seus cabelos aloirados tornaram-se ligeiramente frisados. Hugo percebeu que ela demorara também um pouco a reconhecê-lo, ambos a processarem todas as mudanças ocorridas no outro, mas quando a viu sorrir compreendeu que o passado, apesar de longínquo e deixado para trás, não se encontrava totalmente esquecido.<br />
- Estás bem? – perguntou a rapariga, da mesma idade de Hugo, sentando-se a seu lado e sorrindo com toda a situação: o salvamento de um homem, aparentemente desconhecido, de cair ao rio; a descoberta de que, afinal, ele era o seu melhor amigo de infância; e o facto de o ter reconhecido, passados doze anos, metade das suas vidas, e de não recordar muito mais do passado que partilharam.<br />
Hugo sorriu-lhe também, acenando com a cabeça. Após o silêncio constrangedor que se seguiu, puxou-a para si e abraçou-a, sentindo os braços dela a enlaçarem também o seu corpo.<br />
- É bom voltar a ver-te, Sofia. – disse Hugo, transmitindo-lhe em pensamento todos os receios e toda a surpresa de a reencontrar.<br />
A verdade é que nenhum deles se recordava na plenitude do passado, da sua infância. Era como uma mancha na linha do tempo das suas vidas; sabiam que tinham sido grandes amigos, e no fundo do coração sentiam essa ligação forte, apesar da passagem do tempo. Mas não havia pormenores, apenas um sentimento generalizado de saudade. E o que mais confundia Hugo era, exactamente, a despedida entre eles, a forma como tinham deixado de se ver, como tinham seguido em frente e esquecido aquela amizade tão importante. Neste reencontro, tanto Hugo como Sofia procuraram ignorar a história das suas jovens vidas, e encararam-no como um novo primeiro encontro, uma nova relação, talvez uma nova amizade. Enquanto Hugo verificava a bicicleta caída e o iPod, que soluçava continuamente a mesma nota de Playback, falou um pouco da sua vida a Sofia: como se encontrava a finalizar o curso de Medicina na Universidade de Coimbra, especializando-se na área de Radiologia; como vivia ali perto do centro, com os pais e as duas irmãs; e como gostava de andar de bicicleta, com regularidade, num passeio matinal pelo Mondego. Sofia falou-lhe do seu trabalho como jornalista da RTP, da sua vida pacata em Aveiro.<br />
- Na verdade, estou atrasada para uma reunião na delegação regional da RTP, aqui no centro do Coimbra. Acompanhas-me até lá?<br />
Caminharam durante uns minutos junto à margem do rio, Hugo ainda com as calças de fato de treino molhadas e com a bicicleta partida nas mãos. Não queriam apressar o encontro, apesar do atraso de Sofia, mas tiveram de o fazer ao aproximarem-se do local de destino. Quando chegaram à RTP, Hugo preferiu não se aproximar muito da porta, devido ao seu aspecto pouco convencional, e Sofia sorriu ao observá-lo ainda encharcado.<br />
- Obrigado por me salvares a vida. – agradeceu Hugo, em gesto de brincadeira. Sofia acenou com a cabeça, como que dizendo ‘de nada’.<br />
- Gostava de ter mais tempo para conversarmos… – disse Sofia, preparando-se para entrar no edifício da RTP Coimbra.<br />
Hugo apercebeu-se do pouco tempo que tinha e, abandonando qualquer falta de coragem que pudesse estar a sentir, decidiu combinar um encontro com ela, para o dia seguinte, de modo a porem a conversa em dia e a recordarem os velhos tempos. Sofia aceitou de imediato, desculpando-se pelo encontro apenas fugaz que a seu trabalho em Coimbra obrigara. Despediu-se de Hugo e entrou no recinto, virando-se para trás, sorridente, dirigindo-lhe a palavra.<br />
- Também foi bom voltar a ver-te, Hugo.</p>
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		<title>Prólogo</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 19:53:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Pedro Lourenco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Luís Lourenço]]></category>
		<category><![CDATA[Playback]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Silva]]></category>

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		<description><![CDATA[«Uma nave espacial com nove tripulantes de diversas partes do mundo será hoje lançada para o espaço numa das missões mais arriscadas e inéditas de sempre, a partir de Cayenne, na Guiana Francesa. O local foi combinado pela NASA e pela ESA para o lançamento do projéctil devido às excelentes condições que o equador permite [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=escrevendoplayback.wordpress.com&amp;blog=7182879&amp;post=3&amp;subd=escrevendoplayback&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>«<em>Uma nave espacial com nove tripulantes de diversas partes do mundo será hoje lançada para o espaço numa das missões mais arriscadas e inéditas de sempre, a partir de Cayenne, na Guiana Francesa. O local foi combinado pela NASA e pela ESA para o lançamento do projéctil devido às excelentes condições que o equador permite para descolagens de vaivéns. Entre os nove escolhidos para fazerem parte desta experiência encontra-se o português Hugo Mendes, especialista em Medicina Radiológica, que se tornou já um dos portugueses mais influentes e célebres da actualidade. Hugo Mendes presidirá a viagem, que tem como propósito inventariar tudo o que já aconteceu no mundo que se conhece até aos tempos presentes. Hoje, dia 9 de Setembro de 2009, a viagem terá início, às nove horas em ponto, e prolongar-se-á por tempo indeterminado. Vamos em directo para a despedida dos nove escolhidos, e para observarmos a sua partida para o espaço</em>.».<br />
Era a notícia do dia na RTP N e nos restantes canais generalistas portugueses, tal como nos do mundo inteiro. Algo nunca feito, algo nunca visto; a maior experiência espacial alguma vez empreendida pelo homem, após a chegada à lua há quarenta anos atrás. Com projectos de idas a Marte e de descoberta do universo pendentes, a NASA, em colaboração com o governo dos EUA, decidiu pôr em prática a sua mais recente invenção, a nave espacial Playback, e registar pormenorizadamente os acontecimentos do mundo, contando com a ajuda de nove especialistas em diferentes áreas do saber. Os nove escolhidos falavam nove línguas diferentes, as nove mais faladas no mundo, e eram provenientes de países e continentes distintos, representando todo o mundo nesta insólita descoberta do passado.<br />
A reportagem em directo da descolagem da nave espacial, apresentada pelo jornalista pivô da RTP N, estava agora no ar. A repórter que acompanhava a notícia no local explicava melhor o que a tripulação se propunha a fazer no espaço, enquanto o repórter de imagem rodava lentamente a câmara e mostrava a tripulação a preparar-se para entrar na grandiosa Playback. À frente seguia uma mulher loira, de olhos azuis, pele muito branca, que conversava energicamente com um homem moreno, de cabelos pretos, com ar latino. Atrás de todos os outros, um homem igualmente loiro tentava apanhar o passo dos dois homens que o precediam, um com ar achinesado, pequeno e magro, e outro com barbas pretas, compridas, de turbante na cabeça. No centro dos nove, como uma estrela que se destaca no céu azul, um jovem belo, moreno, de olhos muito verdes, rodeado por quatro belas mulheres – as restantes tripulantes –, destacava-se como o português da tripulação, Hugo Mendes, o homem que comandaria a equipa no espaço. Sorria calorosamente para a câmara, acenando com a mão esquerda, enquanto permitia a ultrapassagem dos restantes tripulantes e a sua entrada na nave espacial. Ficando para trás, coube-lhe a tarefa de fechar a porta da nave e conceder à comunicação social o último olhar sobre qualquer um dos nove escolhidos para a missão. E desapareceu no interior da Playback, ainda com o sorriso nos lábios, intensificando o clima de mistério já existente à volta do evento.<br />
No recinto criado para a ocasião, os ecrãs gigantes enchiam-se de imagens dos nove grandes, da nave espacial, do próprio aparato mediático que rodeava o local de lançamento. Os media ocupavam praticamente todo o recinto, vindos de todas as partes do mundo para cobrir aquele acontecimento, e agora que se preparava para descolar, os olhos do mundo estavam postos na Playback, uma comprida e esbranquiçada nave espacial com uma missão muito especial no universo. Um dos ecrãs gigantes existentes na Guiana Francesa começou a fazer a contagem decrescente para o lançamento – 10, 9, 8 –, e os media voltaram as suas atenções, câmaras de filmar e jornalistas esfaimados, para a nave espacial. A ansiedade crescia à medida que o tempo passava – 7,6,5 –, a nave espacial preparava-se para o tão desejado lançamento. 4,3,2 – o motor em ebulição, os media a tentarem aproximar-se ainda mais do local de lançamento. 1…0… e puf, a nave espacial Playback desapareceu, assim, sem mais nem menos, num pestanejar de olhos, como se nunca ali tivesse estado. As pessoas olhavam para o céu, tentando descortinar onde a nave tripulada pelos nove especialistas teria ido, mas não havia sinal dela. Nem um. De um momento para o outro, tinha simplesmente desaparecido sem deixar rasto, como se a sua descolagem tivesse tido outra dimensão para além da real. Para onde terá ido, tão subitamente, sem ter sido efectuado o lançamento?</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/escrevendoplayback.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/escrevendoplayback.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/escrevendoplayback.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/escrevendoplayback.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/escrevendoplayback.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/escrevendoplayback.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/escrevendoplayback.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/escrevendoplayback.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/escrevendoplayback.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/escrevendoplayback.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/escrevendoplayback.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/escrevendoplayback.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/escrevendoplayback.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/escrevendoplayback.wordpress.com/3/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=escrevendoplayback.wordpress.com&amp;blog=7182879&amp;post=3&amp;subd=escrevendoplayback&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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